quarta-feira, 11 de abril de 2012

INSCRIÇÕES DE FILMES - MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO

ABERTAS INSCRIÇÕES DE FILMES PARA 7ª CINEOP- MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO E 6ª MOSTRACINEBH

Termina dia 20 de abril as inscrições de filmes para a 2ª etapa do programa Cinema sem Fronteiras


Estão abertas as inscrições de filmes brasileiros para seleção e exibição na 7ª CineOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto e na 6ª CineBH -Mostra de Cinema de Belo Horizonte. O Programa Cinema Sem Fronteiras recebe inscrições de longas, médias e curtas em película ou digital, concluídos a partir de 2011. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site oficial do próximo evento – www.cineop.com.br até o dia 20 de abril.


A 7ª CineOP- Mostra de Cinema de Ouro Preto está agendada para o período de 20 a 25 de junho de 2012 e a 6ª MostraCineBH acontece na capital mineira de 18 a 23 de outubro.


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Pioneira no circuito de festivais a enfocar e destacar em sua programação o patrimônio cinematográfico brasileiro, a CineOP chega à sétima edição, de 20 a 25 de junho de 2010. Nestes seis dias de evento, a primeira cidade brasileira declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela UNESCO – Ouro Preto, se transforma em fórum privilegiado de discussão, reflexão e ações para a preservação, restauração e memória do patrimônio cinematográfico brasileiro.


O evento receberá uma programação cultural intensa e gratuita. Serão instalados três espaços de exibição – o Cine-Praça, na Praça Tiradentes (espaço para mais de 1.000 espectadores); o precioso Cine Vila Rica (platéia para 600 pessoas); e, no Centro de Convenções, sede do evento, o Cine-Teatro (um espaço com 500 lugares).

A 7ª CineOP apresenta ao público o cinema brasileiro em diversos gêneros e formatos, em retrospectivas e pré-estréias mundiais, homenagens, ações e projetos de restauro, sessões cine-escola e cine-debates. A memória resgatada sob o ponto de vista do cinema contemporâneo.

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7ª CineOP - Mostra de Cinema de Ouro Preto

20 a 25 de junho de 2012

Idealização e realização: Universo Produção


Acompanhe a 7ª CineOP e o programa Cinema Sem Fronteiras 2012


Na Web: www.cineop.com.br

No Twitter: www.twitter.com/universoprod

No Facebook: www.facebook.com/cineop

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Coreia do Sul no Rio

Banco do Brasil apresenta
Recortes do Cinema da Coreia do Sul


11 longas de novos diretores
5 do mestre Im Kwon-taek
sessões especiais à meia-noite, com 4 longas de terror

10 a 29 de janeiro
CCBB RJ




A produção cinematográfica sul coreana moderna é um dos raros casos, ao lado da Índia e China, em que os filmes nacionais são mais vistos que seus congêneres americanos. O sucesso não é só um fato local: aclamada pela crítica especializada internacional, os filmes coreanos são distribuídos mundialmente e aguardados com ansiedade pelos cinéfilos, já que nas duas últimas décadas, o cinema sul-coreano tem sido a vitrine artística mais vistosa do país oriental para o mundo.

Atento à força dessa obra vigente, o Centro Cultural Banco do Brasil, com o apoio da Embaixada da Coreia do Sul, apresenta, de 10 a 29 de janeiro, a mostra Recortes do Cinema da Coreia do Sul, um painel deste país asiático com uma programação composta por dois tipos de filmes:

- os primeiros filmes de diretores hoje festejados;
- os que foram sucesso na Coreia e nos países asiáticos, mas que não chegaram ao Ocidente.

O público poderá conferir títulos assinados pelos mais representativos cineastas coreanos da atualidade, com destaque para uma seleção de 5 filmes do mestre Im Kwon-taek. Completam a programação filmes menos conhecidos internacionalmente, mas que foram sucesso no país natal.

Outra atração são as sessões especiais à meia-noite, sempre às quintas e sextas, que incluem alguns filmes já distribuídos nacionalmente, mas que passaram rapidamente pelas nossa telas e títulos exclusivos da Embaixada e do Consulado da Coreia. A ênfase será temas com terror, violência e um tanto de sexo, drogas e rock'n roll.



COREIA DO SUL
Nação pobre até meados dos anos 1960, a Coreia do Sul experimenta hoje um processo de ascensão econômica inédito na história do país. Este crescimento, conhecido na Coreia como “milagre do rio Han”, ajudou a difundir pelo mundo uma cultura que tem pelo menos cinco mil anos de história.

O sucesso da economia ajudou a criar o “hanly”, expressão que significa “onda cultural coreana”, da qual faz parte, com destaque, o vigoroso cinema deste país asiático.

Um sistema legal de proteção ao produto nacional e a forte tributação do concorrente estrangeiro, aliada aos recursos provenientes do sucesso econômico do país, foram primordiais ingredientes para incrementarem o êxito que o cinema coreano experimentou nos últimos anos.



Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66 tel 3808 2020
CINEPASSE: R$ 6 e R$ 3 (meia), válido durante a mostra, para acesso às salas de cinema I e II, por meio de senhas. As senhas deverão ser retiradas 1h antes de cada sessão.


http://oglobo.globo.com/cultura/ccbb-tem-mostra-de-cinema-sul-coreano-3597541

Xingu em Berlim

Xingu, filme de Cao Hamburger, é selecionado para o Festival de Berlim 2012

Produzido pela O2 Filmes, Xingu, direção de Cao Hamburger, com Caio Blat, Felipe Camargo e João Miguel no elenco, foi selecionado para a Mostra Panorama, da 62ª edição do Festival de Berlim, que acontece de 9 a 19 de fevereiro, na capital da Alemanha. O longa fez sua primeira exibição no Festival de Manaus, em novembro de 2011. Em Berlim será sua primeira exibição fora do Brasil. Downtown Filmes e Sony Pictures são responsáveis pela distribuição do longa que tem, entre outros parceiros, a presença da Natura Ekos como patrocinadora master do projeto. O lançamento nacional será em abril de 2012.

O teaser do filme pode ser baixado através do link:

http://wtrns.fr/73vl28q24Bf7BQ



“É uma honra voltar a Berlinale desta vez para mostrar o filme Xingu ao mundo. É grande a expectativa em dividir essa história tão brasileira, mas ao mesmo tempo universal, e tão atual, mesmo tendo se passado há 50 anos. A dramática aventura dos irmãos Villas Boas e de seus colaboradores talvez seja uma chave importante para entendermos o momento atual nas questões ligadas aos rumos em que a civilização pretende tomar no século 21.", comemora Cao.



O produtor Fernando Meirelles também comemora a seleção: “Além de emocionante Xingu não poderia ser mais atual ao nos lembrar do tipo de civilização/ocupação que nós, brancos, vamos aos poucos espalhando ao nosso redor. Berlim percebeu a importância do projeto. Ainda bem. Com isso poderemos vender e exibir o filme para o resto do mundo e colocar ainda mais em pauta a questão que o filme levanta”.



Xingu conta a saga dos irmãos Villas Boas, idealizadores da reserva do Parque do Xingu, primeira terra indígena homologada pelo governo federal, em 1961, que completou 50 anos este ano.



SINOPSE CURTA

Xingu conta a incrível história dos irmãos Vilas Boas e a aventura da criação do primeiro parque indígena de grandes proporções no Brasil. Uma parte esquecida e dramática da nossa história que permanece atual e urgente.



Sobre o diretor / Cao Hamburger

Cao Hamburger nasceu em São Paulo, em 1962. Seu mais recente longa “O ano em que meus pais saíram de férias” foi lançado em mais de 20 países. Fez parte da seleção oficial no Festival de Cinema de Berlim, foi short‐list na indicação ao Oscar 2007 de filme estrangeiro e ainda recebeu diversos prêmios em festivais nacionais e internacionais.

Seu primeiro longa metragem “Castelo Ra‐Tim‐Bum, o Filme” é para o público infantil, com uma boa carreira internacional, aclamado em festivais como o Toronto Children’s Festival (Melhor Filme) e o Chicago Festival (Melhor Filme).

Na televisão, Cao é criador e diretor da série de TV produzida pela O2 Filmes e HBO “Filhos do Carnaval”, cuja segunda temporada estreou recentemente. A primeira temporada foi indicada ao prêmio EMMY International e vencedora do prêmio APCA de melhor programa

de Televisão do ano de 2007.

Cao Hamburger também criou e dirigiu a série “Castelo Ra‐Tim‐Bum”, premiada em todo o mundo, considerada a melhor série infantil já produzida na televisão brasileira, e dirigiu um episódio da elogiada série “Cidade dos Homens” para a TV Globo, entre outros.

Aos 20 anos de idade, Cao Hamburger havia dirigido cinco curtas-metragens que venceram mais de quinze prêmios internacionais e foi convidado para festivais como o “New Director, New Films” em Nova Iorque.


ELENCO:

João Miguel

Felipe Camargo

Caio Blat

Maiarim Kaiabi

Awakari Tumã Kaiabi

Adana Kambeba

Tapaié Waurá

Totomai Yawalapiti



Participação Especial:

Maria Flor

Augusto Madeira

Fabio Lago



FICHA TÉCNICA:

Direção: Cao Hamburger

Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck


Produção Executiva: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro

Roteiro: Elena Soares, Cao Hamburger, Anna Muylaert

Direção de Fotografia: Adriano Goldman, ABC

Direção de Arte: Cassio Amarante

Montagem: Gustavo Giani

Música: Beto Villares

Figurino: Veronica Julian

Caracterização: Anna Van Steen

Distribuição: Downtown Filmes e Sony Pictures

Duração: 93 minutos



Texto: Primeiro Plano - http://twitter.com/_Primeiro_Plano

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Bravo e Farkas

A conexão entre o trabalho de um fotógrafo mexicano e de um brasileiro está em cartaz no Rio – e é um assunto que precisa entrar no seu repertório. Conheça Manuel Álvarez Bravo e Thomaz Farkas.

O maior fotógrafo mexicano do século 20 terá seus trabalhos expostos no Instituto Moreira Salles, até fevereiro. A mostra Manuel Álvarez Bravo: fotopoesia é composta por mais de 250 imagens, produzidas principalmente entre as décadas de 1920 e 1950.

Bravo foi o maior retratista de seu povo e de sua cultura, tendo como influência os ecos da revolução que ocorreu entre 1910 e 1920.

Seu contemporâneo Farkas, húngaro que viveu a maior parte da vida em São Paulo (e faleceu em março deste ano), também está em cartaz no IMS. Sua mostra é uma reedição da exposição Thomaz Farkas: uma antologia pessoal (foto), que tem seus filhos Kiko e João como colaboradores na curadoria.

Um programa de encher os olhos.


INSTITUTO MOREIRA SALLES: RUA MARQUÊS DE SÃO VICENTE, 476, GÁVEA. ATÉ 26 DE FEVEREIRO DE 2012.

Fonte e texto: RADAR55 - http://www.radar55.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O cinema é Nicholas Ray

Mostra em homenagem aos 100 anos do aclamado e controverso cineasta americano apresenta 27 filmes, a maioria em película.

“O cinema é Nicholas Ray”, afirmou Jean-Luc Godard depois de assistir ao filme "Amargo Triunfo", do cineasta Raymond Nicholas Kienzle Jr., lançado em 1957.

Se estivesse vivo, Ray completaria 100 anos. Para homenageá-lo, o Centro Cultural Banco do Brasil está realizando desde o dia 15 de novembro, a Mostra O cinema é Nicholas Ray, que conta com a presença da viúva do diretor, Susan Ray, e exibição de uma versão inédita, na América do Sul, de “We Can´t go Home Again”, remontado e exibido apenas no Festival de Veneza e em Nova Iorque. "É um filme experimental, difícil e visionário que tem uma importância particular hoje em dia. Não posso dizer com honestidade qual seria sua última visão do filme. Nem sei se ele sabia. Ele era como Penélope no seu tear: decidia de uma maneira durante o dia e à noite punha essa ideia de lado", conta Susan.

O objetivo da mostra é realizar uma retrospectiva da obra deste polêmico diretor. “Os filmes dele eram super populares no Brasil e as pessoas precisavam se posicionar, gostando ou não. Queremos chamar atenção para os filmes esquecidos e desconhecidos. Muita gente vai se surpreender”, explicam os curadores Thiago Brito e Eduardo Cantarino, formandos do curso de cinema da UFF.

Numa época em que surgiam artistas que se tornariam ídolos de uma geração como Marlon Brando e Elvis Presley, Nicholas Ray revoluciona o cinema norte-americano: na figura do protagonista, dá vida a personagens rebeldes, postos à margem pela sociedade. Um dos marcos foi “Juventude Transviada”, estrelado por James Dean. Outro destaque foi o filme "Amarga Esperança", que para o influente cineasta francês François Truffaut, teria sido a melhor obra de Ray, produzida por John Houseman.

O evento está dividido em dois blocos, de forma cronológica: na primeira metade, serão exibidas as produções de 1948 a 1956. Na segunda, as obras de 1956 a 1979. A maior parte dos filmes será exibida em película, com exceção de “Fora das Grades". O famoso "O Rei dos Reis", obra raríssima, terá uma exibição em DVD e uma em película, pois o filme virá da Finlândia e foi autorizada apenas uma exibição pública. Já “Don’t Expect Too Much” e “We Can´t go Home Again” estão em Beta.

Além da exibição de filmes, a mostra, no Rio de Janeiro, contempla três atividades gerais: masterclass, onde Hernani Heffner fará uma análise histórica e estética do trabalho de Nicholas Ray; debates com Ruy Gardnier e Luis Alberto Rocha Melo, cuja reflexão será sobre o Cinema Moderno e Clássico, as perspectivas de Ray no Brasil à época dos filmes e atualmente; e um seminário com Susan Ray, vinda direto de Nova Iorque. A viúva do diretor apresentará o universo estético de Nicholas Ray, centrada principalmente em "We can’t go home again". As três atividades têm duração prevista de duas horas cada uma.

Arquiteto, ator, pintor ou um diretor à frente de seu tempo? Nicholas Ray era plural. O catálogo da mostra será o primeiro livro sobre ele no país. O ineditismo é o diferencial do conteúdo: textos estrangeiros; artigos de escritores e teóricos brasileiros, como Alex Viany; entrevista com Nicholas Ray feita pela também cineasta Kathryn Bigelow, vencedora do Oscar com “Guerra ao Terror”; além de artigos, poesias e aquarelas do próprio Ray. Um material sobre sua vida, arte, percepção estética e reflexões filosóficas.

A mostra “O Cinema é Nicholas Ray” tem apoio institucional da Cinemateca do MAM-RJ, da Universidade Federal Fluminense, a partir da figura do doutor Fabián Nuñez, da Nicholas Ray Foundation, e do Consulado Geral dos Estados Unidos da América.

BREVE BIOGRAFIA

Nascido Raymond Nicholas Kienzle Jr., em 07 de agosto de 1911, em Galesville, no Estado de Wisconsin, o cineasta Nicholas Ray era descendente de alemães e noruegueses. Sua vida escolar foi conturbada, sendo expulso de vários colégios. Apesar disto, em 1930, ingressou na Universidade de Chicago. Estudou arquitetura com o renomado Frank Lloyd Wright. Em 1932, chegou à Nova Iorque e foi atraído pelo teatro. Trabalhou como ator junto com Elia Kazan e John Houseman.

Nesta época, Ray mergulhou na pesquisa da música folk americana. Durante a Segunda Guerra, foi contratado por John Houseman para tocar um programa de rádio, o "Vozes da América". A experiência radiofônica refletiu em seu trabalho cinematográfico. Possuía cuidado extremo com a trilha sonora de seus filmes, que tiveram a participação de diversos músicos de jazz e blues.

Seu primeiro trabalho como diretor, “Amarga Esperança”, data de 1948. No mesmo ano, lança “A vida íntima de uma mulher”. No ano seguinte, dirige dois filmes da produtora Santana Films, “O Crime não compensa” e “No silêncio da noite” a convite do ator Humphrey Bogart.

Em 1951, Ray escala Robert Ryan para viver um policial em “Cinzas que Queimam”. Em 1954, estreia “Johnny Guitar” e, em 1955, “Fora das Grades”. No mesmo ano, é exibido um dos mais conhecidos projetos de sua carreira: “Juventude Transviada”. O filme fez enorme sucesso, não só pelo roteiro como pela morte de James Dean, ocorrida três semanas depois da estreia.

Logo em seguida, Ray lançou “Sangue Ardente”. Depois, veio “Delírio de Loucura”, um fracasso de bilheteria, em parceria com o ator James Mason. Em 1957, “Amargo Triunfo”. Entre 1958 e 1960 dirigiu três longas: “A Bela do Basfond, “Jornada Tétrica” e “Sangue sobre neve”. Na década de 60, o produtor Samuel Bronston propôs a direção de “O Rei dos Reis” e “55 Dias em Pequim”. Durante as filmagens deste último, Ray sofreu um ataque cardíaco que o afastou temporariamente do trabalho.

No final dos anos 60, cria com sua esposa Susan o documentário “We Can't Go Home Again”. Durante a montagem da obra, Ray perde uma das vistas. Em 1977, fez uma participação em “O Amigo Americano”, adaptação do cineasta alemão Wim Wenders do romance de Patricia Highsmith. Dois anos depois, Ray e Wenders retomam a parceria e dirigem “O Filme de Nick”.

A vida pessoal deste diretor multifacetado estava longe de ser perfeita como suas criações artísticas. Regada a mulheres, jogatinas e o vício do álcool, Nicholas Ray casou quatro vezes: Jean Evans foi sua primeira esposa, de 1930 a 1940. Divorciado, casou com Gloria Grahame em 1948 e desfez o matrimônio em 1952. A terceira esposa foi Betty Utey, dançarina e coreógrafa. A quarta e última foi Susan Ray, 40 anos mais nova, com quem casou em 1969. Ray teve quatro filhos: Anthony, Timothy, Nica e Julie.
Com dificuldades financeiras e a saúde debilitada, Ray abandona a direção e sua vida em Hollywood, para dedicar-se ao ensino universitário, ministrando aulas de Cinema e Direção até o fim da vida. Nicholas Ray morreu em 16 de junho de 1979, em Nova Iorque, de câncer no pulmão.

Até dia 4 de dezembro.
SERVIÇO:
O cinema é Nicholas Ray
Site oficial: www.nicholasray.com.br
Centro Cultural Banco do Brasil - Cinema I (Lotação: 102 lugares)
CCBB Rio de Janeiro – Rua 1º de Março, 66 – Centro
Valor do CINEPASSE - R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada). Credencial que dá direito a ver todas as sessões da mostra (mediante retirada de senha 30 minutos antes de cada sessão e sujeito à lotação).

PROGRAMAÇÃO: www.nicholasray.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Um minuto, por favor...

Festival do Minuto abre novo concurso
Faça um vídeo de até 1 minuto usando imagens de acervo da Getty Images e concorra a R$ 25.000,00 em prêmios!

Você pode utilizar gratuitamente o acervo de fotos, clipes de vídeo e músicas da Getty Images para fazer o seu vídeo. É um dos maiores acervos de imagens do mundo agora aberto para você experimentar e criar! ATENÇÃO: pelo menos metade do seu vídeo tem que utilizar vídeos ou fotos do acervo da Getty. Os melhores vídeos serão veiculados no Canal Brasil. O tema é livre e o prazo de inscrição da 1ª fase é 31 de março de 2012.
Após a exibição no Canal Brasil, o público escolhe, pela Internet, o melhor vídeo da semana. Os autores dos 8 vídeos finalistas terão que realizar um novo vídeo com imagens de acervo da Getty para concorrer ao grande prêmio de R$ 5.000.

Saiba mais aqui: http://www.minutefestival.com/festivaldominuto/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Rádio Nacional



LANÇAMENTO Do DVD "RÁDIO NACIONAL" SERÁ DIA 18/11, ÀS 18H, na LIVRARIA DA TRAVESSA

O filme "Rádio Nacional", de Paulo Róscio, apresenta a história deste que já foi considerado o maior veículo de comunicação de todos os tempos. Por meio de resgate de arquivos e de depoimentos de 35 pessoas, entre artistas, jornalistas, humoristas, pesquisadores, radialistas e ex-funcionários, o filme traça a história da Rádio Nacional desde sua criação, em setembro de 1936, até os dias de hoje. A produção do documentário durou seis anos, incluindo pesquisa, entrevistas, autorizações e edição. Ao longo dos 79 minutos, personalidades como o cantor Roberto Carlos, Cid Moreira, Paulo Silvino, Ziraldo, Chico Anysio revelam histórias e curiosidades da emissora.

Após a exibição em salas do Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Vitória, o documentário ganha versão em DVD, com lançamento na Livraria da Travessa (Rua Sete de Setembro, 54 - Centro), no próximo dia 18/11, às 18h.